REVISTA SÃO MAMEDE

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Prefeitura de São Mamede reabre cozinha comunitária e na ocasião, o prefeito esteve presente e conferiu de perto a reforma realizada antes da reabertura, garantindo mais conforto e segurança tanto para os usuários quanto para os profissionais que atuam no local.

A Prefeitura de São Mamede, no Sertão da Paraíba, realizou nesta segunda-feira (26) a reabertura da Cozinha Comunitária, localizada na Casa Dona Sinhá — CRAS, marcando o retomada de um importante serviço voltado à promoção da segurança alimentar no município.

O prefeito Chaguinha Lopes esteve presente durante o horário do almoço, prestigiando o início das atividades e realizando uma visita técnica às instalações do equipamento público. Na ocasião, o gestor conferiu de perto a reforma realizada antes da reabertura, que garantiu melhores condições estruturais, mais conforto e segurança tanto para os usuários quanto para os profissionais que atuam no local.

A Cozinha Comunitária de São Mamede oferece gratuitamente café da manhã, almoço e jantar, funcionando de segunda a sexta-feira, beneficiando diretamente famílias em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa é coordenada pelo município como uma política pública essencial de combate à fome e fortalecimento da dignidade humana.

De acordo com a gestão municipal, a reabertura da cozinha reafirma o compromisso da administração com o cuidado social e com ações que impactam positivamente a vida da população que mais necessita de apoio.

A Prefeitura segue investindo em programas que garantem alimentação de qualidade, inclusão social e melhoria da qualidade de vida dos são-mamedenses, consolidando a cozinha comunitária como um importante instrumento de proteção social no município.


Blog Revista São Mamede

domingo, 25 de janeiro de 2026

Justiça decreta prisão do cantor João Lima filho de Cicinho Lima acusado de agredir a esposa


A Justiça decretou, neste domingo (25), a prisão preventiva contra o cantor João Lima, filho de Cicinho Lima investigado por violência doméstica contra a esposa, a médica e influenciadora digital Raphaella Brilhante.

A decisão foi assinada pelo juiz Bruno César Azevedo Isidro. A medida foi determinada após representação do Ministério Público. Segundo o despacho, a prisão preventiva visa garantir a ordem pública e evitar a reiteração de supostos crimes.

Raphaella Brilhante compareceu à Central de Polícia Civil, em João Pessoa, no último sábado (24), para formalizar a denúncia. Em depoimento e publicações nas redes sociais, Raphaella relatou agressões físicas e psicológicas sofridas desde o início do casamento, em novembro de 2025.

Raphaela chegou à Central de Polícia, em João Pessoa, acompanhada da advogada para ser ouvida pela delegada plantonista. Ela estava com o braço imobilizado por conta das agressões.

A advogada Dayane Carvalho relatou que Raphaela passou a ser agredida pelo esposo desde a lua de mel.

“Ela está muito machucada, a família. É uma coisa muito triste. Eu como profissional, não tem como não se comover com a situação. Nós estamos tomando todas as medidas cabíveis, inclusive medidas protetivas”, avisou adiantou Dayane Carvalho.

Vídeos mostram o artista agredindo a médica em cima da cama do casal.

 

MaisPB

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Prefeito Chaguinha Lopes se reúne com representante do Sebrae Thiago Rodrigues, secretário Pedro Barbosa, para retomada do plano de ação do turismo no município. veja!

O prefeito Chaguinha Lopes recebeu, nessa quinta-feira, dia 22, em seu gabinete, o representante do Sebrae Patos -PB, Thiago Rodrigues, juntamente com o secretário de turismo do município, Pedro Barbosa, e da empresa de turismo local, a Cogetur, as pessoas de Coló Lucena e Genário Soares, e do ativista cultural Jerônimo Ramon.

A reunião marcou a apresentação do plano de ação da Secretaria Municipal de Turismo para o ano de 2026, e a retomada da parceria com o Sebrae Patos. Um dos pontos principais do encontro foi sobre a renovação do Certificado Nacional do Mapa do Turismo, que permite ao município acessar políticas públicas e recursos federais.
Outra importante pauta foi o tombamento das áreas de preservação histórica, ambiental e cultural de São Mamede, com especial destaque para os 12 sítios arqueológicos catalogados no município. Dos quais, Pedra Branca, que contém o maior acervo de pinturas rupestres do Vale do Sabugi, uma visita técnica ao local está marcada para o próximo dia 29.
Fruto do encontro e das argumentações produzidas, segue cordel feito por Coló:
"Natureza, cultura e fé
O que precisa divulgar
A história como ela é
Aproveite, venha apreciar."




Sebrae Paraíba

Prefeitura de São Mamede retomará atividades da cozinha comunitária em 2026 reafirmando sua política de inclusão social, fortalecendo ações que impactam diretamente a qualidade de vida da população e promovendo mais justiça social no município.

A Prefeitura Municipal de São Mamede, no Sertão da Paraíba, dará início nesta segunda-feira, dia 26, às atividades da Cozinha Comunitária no ano de 2026, reforçando o compromisso da gestão com a segurança alimentar e o cuidado com a população em situação de vulnerabilidade social.

A ação é desenvolvida por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Humano (SMDSH) e garante, de forma totalmente gratuita, a oferta diária de café da manhã, almoço e jantar para pessoas que mais necessitam de uma alimentação digna e de qualidade.

A Cozinha Comunitária funciona na Casa Dona Sinhá, sede do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), localizada na Rua Luiz Xavier, ao lado da Carioca. Os horários de funcionamento já estão definidos: o café da manhã é servido a partir das 6h30, o almoço tem início às 11h e o jantar é ofertado às 17h.

O prefeito Chaguinha Lopes destaca a importância da continuidade do programa, ressaltando que a iniciativa vai além da oferta de refeições. “A Cozinha Comunitária é uma ação essencial para garantir dignidade, cuidado e segurança alimentar às famílias que mais precisam. Nosso compromisso é assegurar que ninguém fique sem o básico, que é o direito a uma boa alimentação”, enfatizou o gestor.

Com a retomada das atividades em 2026, a Prefeitura de São Mamede reafirma sua política de inclusão social, fortalecendo ações que impactam diretamente a qualidade de vida da população e promovem mais justiça social no município.



Blog Revista São Mamede

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Prefeitura de São Mamede intensifica segunda etapa de perfuração de poços na zona rural, garantindo o acesso à água como uma das principais prioridades da gestão municipal.

Garantir o acesso à água é uma das principais prioridades da gestão municipal de São Mamede. Com esse compromisso, o município executa um programa permanente de ações voltado à perfuração de poços na zona rural, realizado por meio de licitação pública, transparente e dentro da legalidade.

O programa prevê a perfuração de 60 poços por ano, o que corresponde a uma média de 5 poços mensais. Para assegurar melhor planejamento e organização dos serviços, os trabalhos são executados em etapas, com a perfuração de 10 poços a cada dois meses, mantendo o total anual estabelecido.

As localidades beneficiadas são definidas com base na participação direta da população, por meio de votações realizadas nas associações rurais e com o acompanhamento do Conselho Municipal de Agricultura. O critério principal é atender comunidades que ainda não dispõem de poços perfurados, ampliando o acesso à água onde há maior necessidade.

Um ponto fundamental do programa é que todo o serviço é totalmente gratuito para os proprietários, reforçando o compromisso da Prefeitura com o homem e a mulher do campo, especialmente diante dos desafios impostos pela estiagem.

A perfuração dos poços seguirá ocorrendo de forma contínua, transparente e participativa, garantindo mais segurança hídrica, qualidade de vida e dignidade para as famílias da zona rural de São Mamede.


Blog Revista São Mamede

BOMBA NO MERCADO FINANCEIRO DO BRASIL: BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank, que integra conglomerado do Banco Master. Veja o que acontece com os clientes do Will Bank


Will Bank foi liquidado pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (21). A empresa era o braço digital do Banco Master, que passou pelo mesmo processo. Sendo assim, a lei exige que os bens dos controladores e ex-administradores da intuição fiquem indisponíveis.

No caso dos clientes, os valores de até R$ 250 mil estão cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O valor do pagamento é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões. Segundo a entidade, os valores garantidos serão pagos após o recebimento das informações das intuições que estão sendo consolidadas pelo BC.

Os clientes que tinham produtos protegidos pelo FGC antes da aquisição pelo Banco Master, em 21 de agosto de 2024, estão garantidos. A partir de 22 de agosto de 2024, nos casos dos clientes que já tenham recebido valores relativos à liquidação do Master, Banco Master de Investimento ou Lestbank, atingindo o teto de R$ 250 mil, não receberão novos valores. Os que não atingiram o teto, podem receber até atingir o volume máximo.

Caso o cliente tenha valores que somem mais de R$ 250 mil, ele terá que acionar a Justiça, segundo a professora da FGV e conselheira do Corecon-SP (Conselho Regional de Economia) Carla Beni.

Segundo a especialista, para ter acesso à massa falida, que é o conjunto de bens, direitos e obrigações de uma empresa que teve a falência decretada, a pessoa terá que contratar um advogado para cobrir o valor restante. Outra opção apontada também seria entrar com uma ação coletiva, em busca da redução de custos para o processo.

Como receber os valores

Após a liquidação, a instituição envia uma lista de pessoas e valores a serem pagos pelo FGC, em processo que pode durar até 30 dias após a falência. Segundo a entidade, nas últimas liquidações, os pagamentos começaram entre 30 a 60 dias.

Os credores então têm que cadastrar a conta bancária, validar a biometria e enviar documentos no aplicativo do FGC.

Só então os credores podem entrar com o pedido de garantia. Pessoas Físicas farão a solicitação por aplicativo de celular, e Pessoas Jurídicas pelo site. Os PJs devem se cadastrar no Portal do Investidor do FGC para solicitar o ressarcimento.

A reportagem tentou contato com o Will Bank para esclarecimentos em relação à liquidação e com o BC para que a instituição comentasse o que acontece com os valores acima de R$ 250 mil. Se houver resposta, o texto será atualizado.

Questionada sobre a ação, o Febraban, principal representante do setor bancário nacional, não quis comentar o caso, e reiterou que o banco não faz parte do quadro de associados.

Liquidação

O BC decretou nesta quarta a liquidação extrajudicial da empresa Will Financeira.

Em nota, o BC afirmou que se tornou “inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A., já sob liquidação extrajudicial”.

BC tentou manter a Will Financeira em funcionamento, por meio do Regime Especial de Administração Temporária (RAET), mas não foi viável, segundo a entidade. A Will Financeira descumpriu a grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard.

O BC também decretou a indisponibilidade dos bens dos controladores e ex-controladores da Will Financeira, incluindo as empresas Will Holding Financeira, Master Holding Financeira e 133 Investimentos e Participações, além de Armando Miguel Gallo Neto, Daniel Vorcaro, Felipe Wallace Simonsen, Felipe Félix Soares e Ricardo Saad Neto.

Caso Master

As liquidações do Banco Master, decretada pelo BC em novembro de 2025, e da gestora de investimentos Reag, na quinta-feira (15), revelaram um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro. O caso envolve suspeitas de fraudes bilionárias, uso de fundos de investimento para ocultar prejuízos, tentativas de socorro via banco público e tensões entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) com o BC e a Polícia Federal (PF).

“A decretação do regime especial nas instituições foi motivada pela grave crise de liquidez do conglomerado Master e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira, bem como por graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes do SFN”, informou o BC em nota na época.

De forma extrajudicial, foram liquidados o Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento S/A, do Banco Letsbank S/A, e da Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários.

O processo de liquidação do Banco Master foi acompanhada da Operação Compliance Zero, deflagrada pela PF para combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Como resultado, no dia 17 de novembro, o dono do Master, Daniel Vorcaro, foi preso. Depois, ele foi solto com uso de tornozeleira eletrônica.

Com informações JPNEWS

domingo, 18 de janeiro de 2026

Produtores do nordeste entram em colapso diante de cachês milionários e eventos consagrados começam a desaparecer do mapa.

Nos bastidores do entretenimento nordestino, um alerta vermelho já está aceso há um bom tempo. Produtores afirmam que o modelo atual se tornou insustentável — e o público começa a sentir os primeiros impactos.


Muitos artistas, segundo relatos, parecem ter se distanciado de suas origens e daqueles que os ajudaram a chegar ao topo. Em conversa com Breno Holder e a GS News, empresários do setor revelam o desespero crescente para viabilizar eventos privados diante de cachês cada vez mais altos — valores que drenam completamente a margem de lucro dos produtores.

“A maioria dos artistas está cobrando em eventos privados os mesmos valores das festas de prefeitura. A conta simplesmente não fecha mais”, desabafa um produtor renomado do setor.

Outro relato chama ainda mais atenção:

“Trouxemos a turnê de uma dupla sertaneja, o evento faturou mais de R$ 2 milhões, e mesmo assim não sobrou nem R$ 50 mil para a gente. O risco é gigantesco para um retorno mínimo”, afirmou outro.

E o impacto já é real. Eventos tradicionais, com décadas de história, começam a sucumbir:

“Um festival de verão na Paraíba, consagrado há mais de 20 anos, não aguentou. Foi obrigado a cancelar um dia inteiro do evento”, revelou outro produtor paraibano.

Por outro lado, artistas também se posicionam e afirmam que os altos cachês refletem custos operacionais cada vez mais elevados para manter grandes produções em circulação.

“Pagamos milhões de reais por mês em impostos — o governo acaba sendo nosso maior sócio. Uma parte significativa do cachê é destinada a tributos, além de toda a operação logística, que envolve uma equipe de mais de 40 pessoas na estrada. Está tudo muito caro. Infelizmente, não temos muito o que fazer”, revelou um grande artista nacional, que preferiu não ter o nome divulgado.

A pergunta que ecoa nos bastidores é inevitável: estamos assistindo ao começo do fim dos grandes eventos privados no Brasil?




Da redação do blog Revista São Mamede

Major Carneiro, comandante da 3ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar (3ª CIA/3º BPM), fez um forte alerta aos pais sobre a responsabilidade direta e intransferível na educação e formação dos filhos.CONFIRA!

Durante entrevista ao jornal Espinharas Notícias, da Rádio Espinharas FM, na última sexta-feira (28), o Major Carneiro, comandante da 3ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar (3ª CIA/3º BPM), fez um forte alerta aos pais sobre a responsabilidade direta e intransferível na educação e formação dos filhos, destacando os riscos da dependência tecnológica, da negligência parental e da falta de imposição de limites dentro de casa.


Em sua fala, o comandante chamou atenção para o vício da sociedade no uso do celular. Segundo ele, basta uma instabilidade nos dados móveis para que muitas pessoas fiquem desnorteadas. “Nós somos viciados em celular. Uma vez que caíram os dados, a gente ficou maluco, sem saber o que fazer. Isso é uma realidade”, afirmou.

O major também criticou duramente o comportamento de pais que não sabem com quem os filhos andam, onde estão, quem são seus amigos e professores. Segundo ele, há uma tendência crescente de delegar a responsabilidade da criação a terceiros, apenas para obter “um minuto de paz”.

Na avaliação do comandante, a educação não é tarefa exclusiva da escola, nem a imposição de limites é papel da polícia. “A polícia só vai fazer cumprir as leis. As regras educacionais começam dentro de casa”, reforçou.

Outro ponto destacado por Carneiro foi a importância de dizer ‘não’ aos filhos. Ele criticou pais que tentam dar aos filhos tudo o que não tiveram na infância, mas esquecem de impor limites. “Você está aleijando emocionalmente a criança. Os ‘nãos’ também educam”, disse.

Para o comandante, a ausência de frustrações na infância faz com que muitos jovens não saibam lidar com rejeições na vida adulta. “Quando recebe um ‘não’ num relacionamento, acha que é o fim do mundo. Essa construção emocional era para ter sido feita lá atrás”, alertou.


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TENSÃO MILITAR NA ÁSIA - Forças aéreas dos EUA e Japão realizaram manobras conjuntas após aviões militares da China e Rússia se aproximarem do espaço aéreo do Japão e da Coreia do Sul.


As forças aéreas dos Estados Unidos e do Japão realizaram manobras conjuntas nesta quinta-feira (11) em resposta ao aumento da tensão na região, após aviões militares da China e da Rússia se aproximarem do espaço aéreo do Japão e da Coreia do Sul.

O episódio levou Tóquio e Seul a mobilizarem caças de defesa e apresentarem protestos formais. O governo japonês afirmou ter “graves preocupações” com sua segurança nacional.

Durante os exercícios, dois bombardeiros americanos B-52 sobrevoaram o Mar do Japão, acompanhados por caças japoneses F-35 e F-15, em uma clara demonstração de força e do compromisso da aliança entre EUA e Japão.

Dias antes, bombardeiros russos Tu-95 e chineses H-6 realizaram voos considerados provocativos. Segundo Tóquio, aeronaves chinesas chegaram a travar radar em caças japoneses em águas internacionais próximas a Okinawa.

A tensão entre Japão e China aumentou ainda mais após declarações da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, sobre a possibilidade de resposta militar caso a China ataque Taiwan. Pequim reagiu acusando o Japão de provocação, enquanto Tóquio classificou as ações chinesas como perigosas e inaceitáveis, convocando o embaixador chinês para esclarecimentos diplomáticos.

A Coreia do Sul também entrou no alerta, registrando a entrada de aeronaves russas e chinesas em sua Zona de Identificação de Defesa Aérea (KADIZ), embora sem violação do espaço aéreo territorial. Seul afirmou que responderá de forma ativa a incursões, ressaltando que episódios semelhantes ocorrem desde 2019, durante exercícios conjuntos de Moscou e Pequim.

O cenário segue em atenção máxima.




Com informaçõs da terrafmplanaltinaoficial

Presença de navio hospitalar Chinês no Rio de Janeiro gera alerta e preocupação.


A chegada do navio-hospital chinês Silk Road Ark ao Píer Mauá trouxe, além de sua imponência, uma onda de questionamentos e insegurança para os cariocas. Enquanto a Embaixada da China classifica a visita como um "intercâmbio cultural e de treinamento", a falta de transparência sobre os procedimentos realizados a bordo acendeu o sinal de alerta no Conselho Regional de Medicina (CREMERJ).

A presença de uma unidade hospitalar estrangeira de grande porte em solo brasileiro, sem detalhamento público de suas operações, despertou temores na população sobre a segurança epidemiológica. Em fóruns e redes sociais, o debate gira em torno do risco de entrada de novos patógenos ou o prenúncio de uma nova crise sanitária global, preocupação alimentada pelo histórico recente de pandemias.

Diante do cenário de incertezas, o CREMERJ agiu prontamente:

Ofício de Urgência: A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) foi acionada para explicar se há brasileiros sendo atendidos na embarcação.

Fiscalização Rigorosa: O conselho exige provas de que a soberania médica nacional e as normas sanitárias estão sendo respeitadas.

Prazo Curto: O órgão estabeleceu apenas 72 horas para uma resposta oficial, destacando a gravidade do pedido de esclarecimento.

O que está em jogo: A legislação brasileira (Lei nº 3.268/1957) é clara: qualquer ato médico no país, mesmo em missões diplomáticas, deve ser fiscalizado. A ação busca garantir que a saúde da população não seja exposta a riscos desconhecidos ou procedimentos sem supervisão das autoridades locais.