Um
levantamento preliminar já foi feito pelo Centro de Apoio Operacional às
Promotorias (Caop) da Saúde identificando atividades dos Centros de Atendimento
Psicossocial (Caps) e dos Consultórios de Rua e a existência de leitos
psiquiátricos, em hospitais gerais e em urgências e emergências.
Na
tarde de ontem, uma primeira reunião foi realizada no MPPB com as presenças do
procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, da promotora
coordenadora do Caop da Saúde, Adriana Amorim, da secretária estadual do
Desenvolvimento Humano, Cida Ramos, e da secretária executiva estadual da
Saúde, Cláudia Veras.“O objetivo dessa reunião é a discussão com setores do
governo do Estado que lidam diretamente com as políticas já implementadas no
enfrentamento ao crack”, ressalta a promotora Adriana Amorim, destacando que a
maioria das políticas são municipalizadas, com o encaminhamento de recursos
federais.
“Por
isso vamos monitorar e fiscalizar esses recursos”.“Temos que saber quais os
municípios estão recebendo esses recursos. Precisamos ter um diagnóstico, um
estudo técnico, inclusive das causas do crack. Nosso papel será o de
fiscalizar, mas participaremos desse diagnóstico junto às outras entidades da
sociedade”, adianta o procurador-geral Oswaldo Trigueiro.
A
partir de agora, o MPPB irá compor essa rede de entidades da sociedade civil e
do poder público, integrando um grupo interdisciplinar para o combate às drogas
e o tratamento aos usuários, principalmente do crack. “Vamos fazer parte desse
grupo. O trabalho tem que ser em conjunto”, completa a promotora Adriana
Amorim.
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