O piscinão foi construído para dar destinação ao sangue devido ao abate de animais. O depósito serve para diluir o sangue que depois de ser tratado é despejado no Rio Espinharas sem causar danos ao meio ambiente. De acordo com o Tenente Bezerra, morador da localidade do Matadouro, essa ação não vem acontecendo.
O Tenente Bezerra denuncia a fedentina e a falta de recolhimento dos dejetos que estão sendo colocados em recipientes ao lado do piscinão. “Não tem tratamento de nada ali. Tem crime ambiental e não fazem nada”, confessa o Tenente Bezerra.
Em contato com o secretário de agricultura do Município de Patos, Sebastião dos Santos Lima, ele relatou que o Matadouro Público é um dos melhores da Paraíba e que várias questões que causavam problemas foram resolvidos de acordo com as exigências dos órgãos de fiscalização.
“Mau cheiro vai ter sempre no piscinão, mas não como era antes. Nós colocamos recipientes para os dejetos que estão sendo recolhidos pelo caminhão para local apropriado no lixão. Tem um funcionário só para cuidar do local. Se os órgãos de fiscalização aceitam isso, então é porque o caminho é esse”, relata Sebastião dos Santos.
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