Em Sumé, os vaqueiros também realizaram uma cavalgada saindo da entrada do município até a praça central. Os organizadores disseram que continuarão com o movimento a fim de sensibilizar a sociedade e as autoridades quanto à cultura da vaquejada, enraizada especialmente junto às populações da região Nordeste.
De acordo com o diretor de planejamento e relações públicas da Associação Brasileira de Vaquejada (Abvaq), Leon Freire, cerca de 40 municípios de outros estados do país também devem aderir à manifestação.
“Queremos pedir apoio político para conseguir barrar essa decisão que prejudica milhares de pessoas. As pessoas que não conhecem a vida no campo precisam entender que não maltratamos animais. Pelo contrário, a Abvaq exige padrões que garantam a segurança do animal na vaquejada”, argumenta Leon.
De Olho no Cariri
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