Segundo Mazzarope, a proposição é forma de ‘tranquilizar’ funcionários que contraíram empréstimos por estarem com o orçamento comprometido devidos os efeitos econômicos e social ocasionado pela pandemia que vivemos no momento.
Mazzarope cita a pandemia de coronavírus (Covid-19) e o impedimento de trabalhar que alguns estão vivenciando, devido ao isolamento social. A ideia é que as parcelas não cobradas nos 120 dias, se aprovada a medida, sejam acrescidas no fim do contrato, sem juros ou multas.
“Sabemos que os servidores públicos estão recebendo em dia, mas também sabemos que muitas pessoas estão em casa, de quarentena. Então, em muitas residências, o servidor público municipal passou a ser o único provedor da casa. Nada mais justo então, que eles tenham a tranquilidade de paralisar o pagamento destes empréstimos, até que o município esteja em estado de calamidade enfrentando esta pandemia”, justificou Mazzarope.