REVISTA SÃO MAMEDE

domingo, 18 de janeiro de 2026

Presença de navio hospitalar Chinês no Rio de Janeiro gera alerta e preocupação.


A chegada do navio-hospital chinês Silk Road Ark ao Píer Mauá trouxe, além de sua imponência, uma onda de questionamentos e insegurança para os cariocas. Enquanto a Embaixada da China classifica a visita como um "intercâmbio cultural e de treinamento", a falta de transparência sobre os procedimentos realizados a bordo acendeu o sinal de alerta no Conselho Regional de Medicina (CREMERJ).

A presença de uma unidade hospitalar estrangeira de grande porte em solo brasileiro, sem detalhamento público de suas operações, despertou temores na população sobre a segurança epidemiológica. Em fóruns e redes sociais, o debate gira em torno do risco de entrada de novos patógenos ou o prenúncio de uma nova crise sanitária global, preocupação alimentada pelo histórico recente de pandemias.

Diante do cenário de incertezas, o CREMERJ agiu prontamente:

Ofício de Urgência: A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) foi acionada para explicar se há brasileiros sendo atendidos na embarcação.

Fiscalização Rigorosa: O conselho exige provas de que a soberania médica nacional e as normas sanitárias estão sendo respeitadas.

Prazo Curto: O órgão estabeleceu apenas 72 horas para uma resposta oficial, destacando a gravidade do pedido de esclarecimento.

O que está em jogo: A legislação brasileira (Lei nº 3.268/1957) é clara: qualquer ato médico no país, mesmo em missões diplomáticas, deve ser fiscalizado. A ação busca garantir que a saúde da população não seja exposta a riscos desconhecidos ou procedimentos sem supervisão das autoridades locais.


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